Masterclass de Diabetes

 A diabetes não é apenas uma doença física, é um convite a olhar para a vida como um todo. 

Através da visão dos 5 corpos (físico, mental, emocional, energético e espiritual), podemos compreender as raízes mais profundas destes sintomas e doença e traçar caminhos para a cura. Nesta masterclass vais olhar para a diabetes de uma forma integral e vais saber como tantas pessoas já se curaram ou vivem bem com a diabetes.

Ter diabetes não é só sobre o que comes. É sobre o que sentiste e não conseguiste expressar. É sobre controlo, medo, culpa, raiva e tristeza… e falta de energia vital. Eu trabalho diabetes de uma forma diferente.

E não, não tem a ver só com alimentação do corpo físico. Vou fazer uma masterclass para falar sobre tudo isto sem filtros. No dia 4 de Junho já tivemos a 1ª sessão. Agora vamos continuar.

Se tens diabetes (ou conheces alguém), aparece e partilha.

Dia 26 de Junho às 21h em Portugal Continental, junta-te a mim e a outras pessoas com diabetes, para poderes aprender mais sobre quais as mensagens que a diabetes tem para ti e como podes a partir de agora viver bem com estes sintomas, ou mesmo te curar…

Sim, esta palavra cura pode trazer alguma resistência para quem tem a crença que diabetes não pode ser curado…E vem na mesma com isso. Quando resistimos a algo, isso já é também uma mensagem e talvez possas levar novas perspetivas desta vez. O convite está feito e a decisão é tua.

Faz a tua inscrição abaixo e deixa os teus contactos para que possas ser adicionad@ a um grupo de whatsapp onde vou partilhando informações sobre a diabetes e é lá que vais receber também o link para a masterclass. 

Se não tens whatsapp, está tranquil@. Enviarei o link também para o teu e-mail.

Com amor e alegria,

Ana Paula Lages Ribeiro

    Sabe Mais sobre mim e a minha jornada com a diabetes

     

    Eu sou a Ana Paula Lages Ribeiro.

    Sou mulher, mãe do Pedro e de outras almas que não nasceram, filha, irmã mais velha, tia e SER de uma família com muitas pessoas que estiveram antes de mim e que me permitiram estar hoje aqui ( ancestrais). Nasci em 1976, em Junho ( geminiana) e cresci numa aldeia pequena ( Cabeça), na Serra da Estrela, onde a vida era simples, as pessoas viviam maioritariamente do que colhiam das terras e havia um sentido de que a vida é dura, que as coisas não caem do céu. Os meus pais viveram uma vida com algumas dificuldades e o que é certo é que sobreviveram a tudo isso e queriam uma vida melhor para mim. Eu sou a irmã mais velha, tenho o meu irmão Márcio com menos 3 anos e nasce a minha irmã Sílvia com menos 12 anos que eu. Nessa altura, aos 12 anos, a minha vida deu uma volta. Fui viver para um colégio de freiras, longe da minha família, para poder estudar. Para os meus pais era a melhor solução, pois eu era boa aluna, mas para uma criança como eu, isso causou impacto. Senti-me abandonada, rejeitada… como se os meus pais me tivessem deixado para trás. Foi uma tristeza profunda que carreguei no peito em silêncio. Eu sentia-me sozinha e comecei a fazer tudo sozinha, a ter que dar conta de tudo e muito rapidamente fiquei autónoma e criei estratégias de viver num lugar que não era confortável para mim, com bullying diário.

    Aos 16 anos, surgiu o diagnóstico: diabetes tipo 1.

     A minha mãe tinha ficado com diabetes cerca de 1 ano depois da minha irmã nascer e depois cerca de 3 anos depois eu também
    fiquei com os sintomas de diabetes. A minha realidade mudou num instante. Entrei no mundo das medições, injeções e do medo constante de que podia morrer se tivesse hipoglicémia e que também não ficaria muito bem no futuro se tivesse hiperglicémias. Acreditei, como me disseram, que seria para sempre. Vivi até aos 36 anos com essa crença, de que tinha uma doença incurável, de que teria de aprender a viver com a diabetes, e não a curar.

    Mas a minha alma nunca se calou. Aos poucos, comecei a questionar. E se não fosse assim? E se houvesse outro caminho?

    Foi aí que iniciei uma jornada de cura. 

    Estudei muito, comecei por olhar para o corpo físico, pois na altura era o que eu sabia que existia, um corpo físico, tal como a maioria das
    pessoas com diabetes.

    Fui para a India fazer um curso de reversão de diabetes, num formato retiro de 21 dias e foi muito bom para mim. Eu na altura nos 21 dias de programa, a HbA1c passou de 7.8 para 7.4.
    Isto fez-me querer continuar a aplicar o que aprendi e baixar ainda mais os valores de HbA1c. Neste programa as pessoas têm experiência de comer comida vegan, sem gorduras e tudo natural, orgânico. 

    As pessoas com diabetes tipo 2 que fizeram o mesmo programa que eu e mantiveram o que aprenderam e experienciaram lá, todas ficaram sem diabetes.

    Eu perguntei à doutora Nandita Shah, responsável pelo programa se eu iria curar a diabetes tipo 1 naqueles 21 dias e ela disse que o meu processo seria mais longo, pois já tinha diabetes há mais de 20 anos e precisaria de ajudar o meu pâncreas a se curar.

    Depois de fazer este programa engravidei no ano seguinte e tive os melhores valores de sempre de HbA1c, mesmo com todos os riscos que a Medicina Moderna dizia que tinha ao
    engravidar aos 41 anos e com diabetes tipo1. Correu tudo bem na gravidez, parto e pós-parto com os valores de glicémia e com o bebé.  Comecei a usar uma bomba de insulina na
    altura. Nunca mais tive valores de HbA1c de 7 ou acima, desde que vim da Índia em 2016 até hoje.

    Como tinha criado uma empresa de saúde mental online (a primeira em Portugal), comecei a olhar para o corpo mental e ver que crenças e pensamentos eu ainda tinha sobre a diabetes.

    Reprogramei uma quantidade de crenças e pensamentos e usei muito do que aprendi quando me formei como coach com programação neurolinguística.

    Depois percebi que mesmo tendo uma mente já reprogramada, havia algo que ainda faltava para a minha cura: expressar as minhas emoções que não tinham sido expressas e olhar para o corpo emocional. Foi e continua a ser um trabalho pois neste corpo sinto que ainda há coisas que eu estou a reprogramar e sinto já uma diferença enorme na
    minha ligação à alegria. 
    Comecei a ligar os pontos entre o que sentia, o que pensava e o que o meu corpo expressava. Descobri que a dor do abandono, a tristeza profunda, a raiva guardada, os segredos familiares e os abusos… tudo isso também pedia cura.

    Fui então fazer um curso de constelações familiares para ir às origens da diabetes na minha família e até agora eu já descobri pelo menos 4 coisas e cada vez que abro mais uma porta, novas informações me chegam.

    O que eu descobri até agora sobre a diabetes em mim nas constelações:

                 1.     Dificuldade em saber quem sou, qual é a minha identidade;

                 2.     Havia uma lealdade à minha mãe que também tem diabetes tipo 1;

                 3.     Havia uma ligação minha à morte, não tinha um sim claro para a vida;

                 4 .    Lealdade a uma tia-avó materna com diabetes;

    5.     Houve abusos e incestos na minha família e eu mesma passei por essa experiência;

    6.    Lealdade à dor da trisavó paterna  ( que não sei quem é por ter deixado o meu bisavô num casa de adopção e ter ficado incógnito o nome dos pais) e de outras mulheres da linhagem, de gerações muito antigas (para além da 7ª geração);

    7.     Eu a representar o peso da família e a carregar as dores de todos;

    8.     Eu com dificuldade de receber dos pais, da vida;

    9.     A dificuldade para aceitar a diferença entre o que é a biologia e a psicologia dos meus pais;

    10.  A rejeição aos meus pais. Se rejeito um ou ambos os meus pais, estou simbolicamente a rejeitar a vida que veio através deles. Essa rejeição profunda pode manifestar-se como um conflito interno e, em alguns casos, expressar-se no corpo através da doença autoimune.  

     

    Depois destas informações, eu fui observando o quanto os meus valores de HbA1c vão estando mais normalizados e mantenho os meus valores mais equilibrados.

    E sabendo que estava a lidar com tristezas profundas e ligação à morte, fui fazer um curso de leitura de alma, para limpeza energética e saber mais sobre o meu propósito aqui na terra.

    E ficou muito claro que eu quero continuar a minha cura e ajudar outras pessoas que também escolham curar-se. 

    Por isso fui fazer mais trabalho de cura no Feelings Practitioner e partilho uma das histórias:

    Quando entrei no Feelings Practitioner, descobri o que estava escondido atrás da diabetes, no que se refere ao corpo emocional:
    Confundia a minha raiva com medo, a minha raiva com tristeza. E a alegria? Tinha desaparecido. Eu já não sentia o prazer de estar viva.

    Lembro-me do primeiro Core Lab como se fosse hoje.
    Recebemos o mapa da inflamação… e todos os meus corpos choraram.
    Ali, num pedaço de papel, vi toda a minha vida exposta:
    “Sou falsa. Vivo como se cada dia fosse uma batalha. Lá fora só há violência. Estou sozinha. Estou no pântano e ninguém vê. Sou forte.”

    Nesse dia, o meu corpo energético recusou-se a fazer o processo.

    Havia entidades, boogies, demónios… e eles alimentavam-se do açúcar no meu sangue.
    Senti-me frustrada. A minha mente gritava: “Mas eu quero curar-me!”
    Voltei ao pântano. De novo.

    Mas depois… usei a minha raiva consciente.
    Organizei o próximo Core Lab, em Portugal. E afirmei:

    “Nada nem ninguém me vai impedir de fazer este processo. Esta é a minha escolha. É a minha cura.”

    E fiz. Em setembro de 2024.
    Cada processo abriu uma nova porta.
    E o mapa do ‘’mirror cabinet’’, o da inflamação crónica… foi um espelho brutal.

    “Eu não sei quem sou.”
    Essa frase rasgou-me por dentro.
    Senti-me perdida, num labirinto sem saída.

    Chorei. Finalmente chorei.
    Deixei a tristeza vir, sem precisar de entender de onde vinha.
    Durante anos, proibi-me de sentir medo, tristeza, dor.
    A única emoção que expressava era uma raiva misturada e confusa…
    E a alegria? Quase esqueci que existia.

    Mas naquele Core Lab…
    Quando falei com o meu pâncreas,
    Quando a bola de espelhos entrou em mim…
    Eu senti. A alegria sempre esteve lá. E eu gosto dela.

    Dancei. Cantei. Sozinha. E com todos os outros participantes.
    E ouvi: “A tua alegria é contagiante.”
    Senti-me viva.

    Hoje escolho viver plenamente.
    Viver com alegria.

    E sim, viver com todos as emoções — porque quando sinto, eu sou.

    Eu fiz o caminho das pedras, pois comecei pelo corpo físico e sei hoje que devia ter começado logo pelo espiritual e energético, mas também sei que cada um faz o seu caminho com o que tem em cada momento.

    É por isso que eu escolho fazer este trabalho e partilhar contigo o meu caminho, é por isso que faço esta masterclass para que mais pessoas saibam mais informações sobre a diabetes .

    Eu sei que se tivesse sabido tudo o que sei hoje, talvez já não tivesse diabetes, e também sei que se continuo a ter alguns dos sintomas é porque ainda me falta curar algumas partes nalguns dos corpos. Tenho a clareza de onde estou hoje e do que ainda me falta, como ser humano, para me curar e evoluir.

    E durante anos achei que não fazia sentido eu ajudar outras pessoas com diabetes, pois ainda não estava totalmente curada…

    Mas a cura é um processo, e não um resultado final.

    E eu sei que com toda a minha experiência e cura nos 5 corpos, posso mesmo ajudar quem ainda não começou ou já está no aminho, e ainda falta olhar para alguns corpos.

    Por isso, estou aqui, de coração cheio, para ti, se escolheres, tal como eu, curar-te.

    E para ti, mãe ou pai de um criança ou adolescente com diabetes, lê isto:

    • A criança pode estar a curar memórias transgeracionais relacionadas com controlo, falta de doçura, rigidez, sofrimento ou negação da própria vontade.
    • Pode vir com a missão de despertar a família, abrir o caminho para a cura emocional e mudanças profundas de consciência.
    • O pâncreas está ligado ao prazer, à doçura da vida, ao merecimento — quando uma criança vive com desafios nesse órgão, é como se a alma dissesse:
      “Estou aqui para vos lembrar que a vida pode ser doce, leve, verdadeira. Mas para isso, é preciso sentir, limpar, transformar.”

    Mesmo sendo pequenas, estas almas são muito sábias e assumem esse desafio com coragem e amor. Elas são curadoras silenciosas, espelhos vivos que pedem conexão, verdade e presença.

     

    Com amor e cura no coração,

    Ana Paula Lages Ribeiro

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